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domingo, 30 de agosto de 2015

Vale Veneto.RS.2015


Rio Soturno. Balneário. Nova Palma.Rs.2015


Balneário Municipal com uma paisagem ímpar, no perímetro urbano de Nova Palma. Entornado pelo Rio Soturno o Balneário oferece uma ótima infra-estrutura com acesso calçado, represas para banho no leito do córrego, churrasqueiras, bares, restaurantes, estacionamento, sanitários e camping com quadras para vôlei, futebol e cancha de bocha além de atendimento em saúde e segurança.

fonte:http://portal.macamp.com.br/guia-conteudo.php?varId=1690

Pórtico Nova Palma.RS.2015


Uma Praça. Nova Palma.RS.2015


Igreja. Faxinal do Soturno.RS. 2015


Navigazione Italiana. Faxinal do Soturno.RS.2015


Via Sacra. Vale Veneto.RS.2015


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Château d'Eau e Igreja. Cachoeira do Sul.RS.2015

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Château d'Eau e Catedral Nossa Senhora da Conceição
O Château d'Eau (em português, "castelo d'água") é o principal símbolo de Cachoeira do Sul, a antiga capital nacional do arroz, no Rio Grande do Sul.

O projeto arquitetônico, de 1925, foi elaborado pelo engenheiro Walter Jobim e o cálculo estrutural, pelo engenheiro Antônio de Siqueira. As esculturas (Netuno e grupo de ninfas) foram executadas nas oficinas de Vicente Friedrichs, em Porto Alegre, sob a direção do professor Giuseppe Gaudenzi.

O Château d’Eau foi construído com a finalidade de levar água por gravidade ao reservatório de distribuição da Rua Júlio de Castilhos e regular a pressão da água nas zonas mais elevadas da cidade. Foi desativado em junho de 1970, não sendo mais reservatório, nem passagem de água, tornando-se um ponto turístico.

De estilo eclético, o Château forma, juntamente com a Catedral Nossa Senhora da Conceição e o "Casarão da 15 de Novembro", sede da prefeitura, um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do Rio Grande do Sul.[1]

Em julho de 2007 foi aprovado o projeto de lei nº 261/2006 proposto pelo deputado José Sperotto, que incorporou o Château d’Eau ao Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul.[2] A edificação está em processo de restauro.

Na manhã do dia 17 de Agosto de 2012, o Château D'eau, foi tombado como patrimônio historico de Cachoeira do Sul. Ralizando assim mais uma marca no Dia Nacional do Patrimônio histórico. O prefeito Dr. Sergio Ghignatti, assinou o decreto de tombamento do monumento. A solenidade contou com a participação de três jovens atores do grupo de teatro do Colégio Marista Roque, que abrilhantaram a cerimônia. Jean Calegari, representando o deus protetor das fontes, Netuno. Clara Raddatz e Ana Júlia Tonet, atuando como duas ninfas, tudo sob comando da professora e diretora do grupo, Bernadete Lovato.

Importante ponto turístico, recentemente está sendo valorizado pelo governo Ghighnatti através de decorações, referente a datas comemorativas.

Onça fazendo festa. Zoológico. Cachoeira do Sul.RS.2015


Jardim Botânico, Zoológico e Museu Municipal. O Jardim é surpreendente, muito bem conservado e bonito, com inúmeras espécies de animais, ficamos encantados com as onças, que se viravam e deitavam de barriga para cima, parecendo querer se exibir para nós. O lugar é bem arborizado, e ficamos um bom tempo lá, admirando a paz e a beleza do lugar, pra nós com certeza o lugar que fez valer a pena a visita a Cachoeira do Sul (imperdível)

fonte:http://impressoesdeumexbeduino.blogspot.com.br/

Antigo Prédio da Prefeitura Municipal. Cachoeira do Sul.RS.2015


A Sede da Prefeitura do município foi inaugurada em 1865 para ser uma cadeia. Durante a Guerra do Paraguai, serviu de hospital para a recuperação de soldados. Após, foi sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Em 1982 passou a ser somente a sede da Prefeitura Municipal.

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_do_Sul

Leonardo Da Vinci. Parque Municipal. Cachoeira do Sul.RS.2015


Aves. Parque Municipal. Cachoeira do Sul.RS.2015


Histórico do Museu

O Museu Municipal de Cachoeira do Sul - Patrono Edyr Lima é uma das principais referências da história e da memória do seu povo. Nesse sentido, avanços de qualificação técnica e modernização atenderão carências de segurança e de tecnologia da instituição, bem como ampliarão a acessibilidade, o atendimento e a interatividade com seus usuários.

O Museu Municipal foi criado em 15 de dezembro de 1978, por meio de Decreto Municipal. Em 1986, foi criado o Parque Municipal da Cultura de Cachoeira do Sul em área física delimitada de 12.591m², circundada por histórias e lendas locais e destinada a abrigar o Museu Municipal, o Jardim Botânico e o Zoológico Municipal. Assim, o Museu transferiu-se para sua sede própria, ocupando um casarão construído no inicio do século XX, cercado por um jardim rico em espécies nativas e exóticas, muitas delas seculares como as paineiras, canela preta, guabiju e camboatás. Todas as espécies estão identificadas com o nome da família, gênero e sua denominação popular. Fazem parte deste jardim, artefatos que referendam o início da urbanização e das praças da cidade. 
A casa-sede do Museu é um exemplar típico de residência usada pela classe mais abastada do início do século XX, bastante eclética, com inspiração tanto no estilo art nouveau mesclado com neoclássico, quanto possuidora de uma planta simples, característica do colonial. A área de entrada, tanto pela posição quanto pela forma, lembra o neoclássico; já a lateral parece com os puxados portugueses. As esquadrias possuem caixilharia de vidro com marcos e guarnições influenciados pelo art nouveau. O piso assoalhado sobre barrotes forma um porão com sóculos externos que bem caracterizam toda a nossa formação arquitetônica, que é de influência portuguesa, como do próprio art nouveau, destacando a casa do solo. O telhado original era de telhas francesas marselha, o que se justifica, pois eram a novidade da época, ostentando beirais no perímetro de toda a construção. Enfim, o prédio é bastante simples e despojado, denotando a falta de especialistas na região naquele período, quer para um detalhamento técnico mais sofisticado, quer para atingir uma pureza maior de estilo como então se verificava nos centros maiores do país.
O Museu possui um acervo histórico e antropológico composto de 32.000 documentos iconográficos e tridimensionais que remetem a mais de 250 anos de História, desde uma Bíblia Sagrada datada de 1750, escrita em alemão gótico, que ficou enterrada dentro de uma caixa de madeira durante o transcurso da II Guerra Mundial; o Livro Nº. 1 da Câmara, aberto em 3 de agosto de 1820, que registra os primeiros atos oficiais da Vila Nova de São João da Cachoeira; a 1.ª Planta da Cidade de Cachoeira, elaborada em 1850, por João Martinho Buff, a partir de dados coletados em 1830; milhares de fotografias com data inicial de 1890, entre tantos outros documentos e objetos.

A área construída do Museu de 190,91m² é utilizada para exposições permanentes e temporárias que atendem aos interesses da comunidade ou que se revezam privilegiando acontecimentos históricos. Além disso, dispõe de uma farta documentação bibliográfica especializada na história do Rio Grande do Sul e biografias de seus importantes vultos.
A primeira referência à área onde está localizado o Parque Municipal da Cultura encontra-se no livro manuscrito Terrenos lotados na Câmara Municipal de Cachoeira em 1850, um complemento à planta da cidade elaborada por João Martinho Buff. Aí se registra número do terreno - 281, localização - frente: Rua Santa Helena, hoje Rua Liberato Salzano Vieira da Cunha, fundos: junção das duas sangas, hoje denominadas Lava-Pés e Micaela; - dimensões: 320 palmos de frente; - proprietários: sucessores da falecida Michaella; - autoridade concessora do título: José Carvalho Bernardes, Comandante da Vila; - época de demarcação: 1820 aproximadamente. Já com dados colhidos junto ao Ofício de Registro de Imóveis, Comarca de Cachoeira do Sul, foram levantados os seguintes proprietários sucessivos: Domingos Pereira de Souza e Helena Maria de Miranda; Otto Büchler e esposa; Engelberth Gottwald e Ottília Gottwald (1902); Aracy Machado Alves e Erocilda Cunha Alves (1941); Município de Cachoeira do Sul (1985).

fonte:http://www.museucachoeira.com.br/index.php?area=conteudos&sub=historicomuseu

Vaso Antigo. Museu Municipal. Cachoeira do Sul.RS.2015


Conta a história do município, um dos mais antigos do Estado, com muitas fotos e informações, apesar de ser bem pequeno

fonte:http://impressoesdeumexbeduino.blogspot.com.br/

Antigo Vagão Ferroviário. Parque Municipal. Cachoeira do Sul.RS


Parque Municipal da Cultura - 25 anos
13 de Dezembro de 2011

   O Parque Municipal da Cultura, composto pelo Museu Municipal de Cachoeira do Sul - Patrono Edyr Lima e pelo Jardim Botânico e Zoológico Municipal, estará completando 25 anos de inauguração no dia 13 de dezembro de 2011.
   Quando houve a necessidade de instalar o Museu Municipal em sede própria, já que ele ocupava um prédio que pertencia ao Coral Cachoeirense, a Prefeitura Municipal adquiriu uma área de 12.591 m2, localizada no coração da cidade para, na casa lá existente, acomodar as coleções e oferecer os serviços do Museu.
   Rico em espécies botânicas e com espaço suficiente para oferecer outros atrativos, surgiu a ideia, liderada pelo Vice-Prefeito de então, Nelson Schirmer, de instalar no local um minizoológico. Aliado ao minizoológico, nada mais lógico do que aproveitar a flora existente e também oferecer à comunidade um Jardim Botânico. Surgiu então o Parque Municipal da Cultura, espaço onde a história e a natureza vivem em perfeita harmonia.
   Decorridos 25 anos, o Parque Municipal da Cultura tornou-se um dos mais visitados pontos da cidade de Cachoeira do Sul, atraindo pessoas de outros municípios e estados. As visitas vindas de outros países também são constantes, especialmente nos períodos das férias escolares.
   Hoje o Parque Municipal da Cultura, com o Museu e o Jardim Botânico e Zoológico, é um orgulho da comunidade cachoeirense e, servindo-se de seus atrativos, oferece ações de educação ambiental e patrimonial. É subordinado ao Núcleo Municipal da Cultura e respondem pelos departamentos que o compõem as professoras Márcia Rosana Severo Patel, pelo Museu Municipal, e Fátima Jaqueline Milanesi, pelo Jardim Botânico e Zoológico Municipal.
   Durante a Semana de Cachoeira, mais precisamente no dia 13 de dezembro, a partir das 9h, a comunidade é esperada para a comemoração do 25.º aniversário do Parque Municipal da Cultura.
   Convém ressaltar que no mesmo dia 13 de dezembro de 1986 foi também inaugurada a Feira Livre Municipal. 



fonte:http://www.museucachoeira.com.br/index.php?area=noticias&id=55

Tartarugas. Parque Municipal. Cachoeira do Sul.RS.2015


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Entrada do Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul
O Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul é um jardim zoológico localizado no município de Cachoeira do Sul, RS, Brasil.

Criado como Minizoológico em 13/12/1986, a Lei Municipal nº 2366, de 12/6/1990, transformou-o em Jardim Botânico e Zoológico Municipal, com os objetivos de promover, expandir e diversificar ações culturais e educacionais de conhecimento, preservação e registro das espécies vegetais e animais do Município, bem como divulgar o acervo e o espaço natural do Parque Municipal da Cultura, um dos principais pontos turísticos de Cachoeira do Sul. Atividades de educação ambiental, de intercâmbio entre entidades afins, tanto na área da fauna quanto da flora, e de estudos que estimulem a preservação ambiental são metas permanentes da instituição. É um dos principais pontos de integração da comunidade da cidade, localizado no mesmo espaço do Parque Municipal de Cultura. É o segundo maior parque zoológico do estado do Rio Grande do Sul, perdendo apenas para o de Sapucaia do Sul.

Endereço: Parque Municipal da Cultura, Rua Dr. Sílvio Scopel, 502. Telefone: (51) 3724.6003. Funciona de terça a domingo, incluindo feriados, das 9h às 17h. As segundas-feiras são reservadas ao descanso dos animais.

domingo, 23 de agosto de 2015

Catedral. Santo Ângelo.RS.2015


Conhecendo Caibaté, Mato Queimado e outras das Missões Jesuíticas do Rio Grande do Sul.Ago/2015



Das Missões minha única lembrança, era uma excursão de colégio, quando tinha 10 anos de idade, lá se vão 25 anos. E se vamos guiados por um casal de amigos, nativos do solo missioneiro, encarando estradas esburacadas, e uma imensidade de controladores de velocidade, ao todo contamos 12, de Santa Maria até chegar a Santo Ângelo.  De Santo Ângelo confesso que nada sabia, e realmente me surpreendi, pela ampla e bela praça central com sua esplendida Catedral Angelopolitana, em sua tonalidade vermelha, fazendo lembrar a cor da terra missioneira, conhecida por seu barro vermelho. De Santo Ângelo foi admirar a catedral, depois visitar o museu do outro lado da rua, cujo a fachada em nada indica ser um museu. Só descobri se tratar de um, ao perguntar a populares, que estavam na parada de ônibus. Em Santo Ângelo nada mais, e partimos para Caibaté, cidadezinha típica interiorana, com sua praça central, uma igrejinha, algumas estatuas dos Três Mártires, três padres jesuítas mortos pelos índios, e que devido a isso viraram figuras de devoção, sendo homenageados no Santuário do Caaró na entrada da cidade. De bom em Caibaté a organização da cidade, o bom nível social, e a hospitalidade do povo, onde podemos comer um ótimo churrasco de carne macia na casa de amigos, e o tradicional ovo colorido (ovo com beterraba) que nos serviram nas duas casas que visitamos (cada cidade com seus pratos). À tarde fomos à estrela das Missões, São Miguel, visitar os sitio arqueológico de São Miguel Arcanjo, a maior e mais famosa redução jesuítica do estado. O lugar todo tem uma atmosfera muito diferente, e a redução em si, é algo único, imponente por se tamanho e história. Ficamos um bom tempo curtindo o local, as obras de arte antigas em madeira, os tais “Santos do Pau Oco” (como eu chamo), grandes esculturas de santos, com um buraco no meio, só não consegui saber se o buraco era para alguém se esconder ou para esconder armas ou coisa assim. Ainda ao sair me aventurei a procurar um ponto turístico menos conhecido, a tal Fonte Missioneira, e valeu à pena, uma fonte d’agua, construída pelos índios, na época dos jesuítas. Interessantíssimo ver a engenharia da época. E não fui embora sem provar da água, boa e fresca, através do processo de decantação. Nesse mesmo dia podemos ainda conhecer a pequena Mato Queimado, distrito a não muito emancipado de Caibaté. E que surpresa encontrar no meio da Região Missioneira, uma cidade de imigração Alemã, com alto nível de desenvolvimento humano. Lindas casinhas, uma grande e bela praça, e prefeitura, em estilo Germânico. Uma jóia de cidadezinha. Ouvimos dizer que recebem algum incentivo do governo alemão para manter as tradições, verdade ou lenda, não descobrimos. Ao ir embora de Mato Queimado, passamos pelo belo pórtico, e vamos voltando a Caibaté, por um asfalto que mais parece um Tapete, o que nos remete a outro país, pois, em nada faz lembrar as esburacadas e precárias estradas gaúchas de nossos tempos.  No dia seguinte já na ida pra casa visitamos o Santuário do Caaró. Mais interessante pela história do que propriamente pelo local, onde se pode ver uma estatua replica do coração arrancado de um dos mártires, e por estar chovendo a passada teve que ser rápida, e não podemos desbravar o local todo. A visita foi curta, mas deu para perceber que a região das Missões, esta bastante voltada para o turismo, onde muitos de seus municípios estão investindo em seus atrativos, o que deixou um gostinho de quero mais. 

fonte:http://relatodviagem.blogspot.com.br/2015_09_01_archive.html

Ruínas de São Miguel. São Miguel das Missões.RS.2015


Igreja de São Estanislau Kostka .Mato Queimado.RS.2015


 Igreja de São Estanislau Kostka 

São Estanislau Kostka Nasceu há Castelo de Rostków, em 1550:. Protetor da Juventude Aliadas uma Virtude 
Dia 13 de Novembro dia de São Estanislau Kostka (Vídeo Sobre a vida de São Estanislau). 
Uma das Glórias da Companhia de Jesus, Santo Estanislau Kostka, e Um dos santos Não-mártires Mais Jovens da Igreja, pois faleceu AOS 18 Anos incompletos, tendão EntreTanto vivido, parágrafo a Virtude, Como hum ancião 
Com A Idade de 13 ano foi Estudar e demonstrou vocação para a Vida religiosa e ingressou na Companhia de Jesus, Onde estava um Ser educado. Como era menor de Idade, a Companhia solicitou a autorização do pai, Que se opos ferrenhamente. 
Mas decidido a tornar-se Jesuíta, aconselhado cabelo Padre Francisco António, Jesuíta português, O Jovem fugiu secretamente disfarçado de mendigo parágrafo a casa dos Jesuítas. Lá foi acolhido cabelo superior, São Pedro Canísio. Ao saber do ocorrido, o pai ameaçou Até expulsar OS Jesuítas da Polônia, mas Seu filho Estanislau manteve-se resoluto Até ao Fim.  
Foi mandado parágrafo hum Colégio em Outro Império, Para Ser dissuadido um trocar de ideia, porem adoeceu gravemente e foi TRATADO de forma rude, sempre em Oração e posicionado recebeu uma visita da Virgem Maria EO menino Jesus, Que LHE Disse, "Vá between Para minha Companhia e Seja um Jesuíta!". Se curou e fortalecido Partiu disfarçado de mendigo para seguir Você OS Jesuítas.  
Aos 17 anos Para Roma foi, um Fim de Estudar filosofia não Colégio Romano (Atual Universidade Gregoriana) e concluir o noviciado. Só that APOS SUA chegada, ficou gravemente enfermo e faleceu dez meses DEPOIS AOS 18 Anos de Idade. 
São Estanislau Kostka, patrono dos Jovens, Cujo túmulo se Encontra na Igreja de Santo André Ao Quirinal, em Roma. Aqui, de facto, terminou a SUA vida AOS 18 Anos de Idade este santo, Por Natureza Muito Sensível e Terno, todavia Muito corajoso.    
Conseguiu com grande amor, mas also com grande firmeza, Realizar o Seu Propósito, expresso em Suas falas: " Ad maiora natus sum "(" Nasci para Coisas Maiores "). Chegou Ao noviciado dos Jesuítas, percorrendo a pé o Caminho de Viena a Roma e PROCURANDO Fugir AOS SEUS perseguidores Que desejavam, Pela Força, afastar este "obstinado" Jovem, Dos intentos SEUS.    
Sei que no Mês de Novembro muitos Jovens de Toda Roma - Estudantes especialmente, Alunos, noviços - visitam o túmulo de Santo Estanislau. Estou unido a enguias, Porque TAMBÉM A Nossa Geração Precisa de Homens Que saibam com santa "obstinação" repetir: "Ad maiora natus sum". TEMOS necessidade de Homens fortes!    
TEMOS necessidade de fortaleza Para Ser Homens. De facto, portanto E homem verdadeiramente prudente Aquele Que POSSUI uma Virtude da fortaleza; Assim Como also portanto E homem verdadeiramente justo Aquele Que Tem uma Virtude da fortaleza.    
Peçamos este dom do Espírito Santo Que se chama o "dom da fortaleza". QUANDO Ao faltam homem como Forcas Pará "Superar-se" a si MESMO em vista de valores Superiores - Como a Verdade, a, Justiça, uma fidelidade matrimonial vocação ea - E necessary that este "dom do Alto" Faca de Cada hum de Nós um homem forte e, no momento devido, nos diga "não íntimo": Coragem!

O Portal das Missões e Um Guia Onde você Encontra hotéis, atrativos restaurante, OS, Onde ir EO Que Fazer na Região das Missões, INFORMAÇÕES Sobre os Sete Povos das Missões, reduções Jesuítas, Nosso povo, historias e cultura missioneira.

fonte: http://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/1454/igreja-sao-estanislau-kostka.html

Igreja Santuário Caaró.Caibaté.RS.2015


Capela dos Santos Martires.
Coração das Missões, Caaró foi o local do martírio dos Padres Roque Gonzales e Afonso Rodrigues, jesuítas pioneiros na catequização dos índios da região. O Santuário do Caaró é o principal atrativo de Caibaté, De segunda a sexta-feira, das 8h - 11h30min; 13h30min - 18h ou com visita agendada. 
Em janeiro de 1933 esteve nesta sede o historiador Pe. Luiz Gonzaga Jaeger, S.J., a fim de localizar o lugar exato do martírio do primeiro apóstolo e civilizador do Rio Grande do Sul - Pe. Roque Gonzales, S.J., (dos três beatos mártires riograndenses - Pe. Roque Gonzales, S.J., Pe. Afonso Rodrigues, S.J. e Pe. João Del Castilhos, S.J.) cujo martírio ocorreu em 15/11/1628. 
Após pesquisas em mapas e documentos antigos, bem como laboriosas escavações, foi fixado com precisão o lugar denominado "CAARÓ", onde foi construída vistosa capela, dentro do território do município de Caibaté, a 14 km da cidade.   
O Santuário homenageia a morte dos santos missioneiros Roque González, Afonso Rodrigues e João de Castilhos, ocorridas em 1628. Aqui são recebidos milhares de pessoas em romarias e peregrinações que buscam a água, reconhecida como milagrosa.
Em 1934, o Papa Pio XI declarou a beatificação dos Três Mártires das Missões, e no dia 16 de maio de 1988, o Papa João Paulo II canonizou-os, declarando-os Santos oficialmente. Sempre é bom lembrar que os Santos são reconhecidos como do local onde são mortos. Os Três Santos morreram no Rio Grande do Sul na Região das Missões.
Hoje, no Santuário do Caaró, (bem perto do trevo de entrada de São Miguel das Missões) no município de Caibaté encontramos o local de peregrinação de gente que vem de todo o mundo. Deste local levam da água que é reconhecida como milagrosa, especialmente no uso em curas de câncer, doença que depois de curada e comprovada a cura cientificamente levou a canonização dos 3 padres, agora Santos da igreja.
No Caaró, podemos diariamente ver uma quantidade muito expressiva de turistas vindos de todos os pontos, mas especialmente gente do Rio Grande do Sul, ligados ou não a Igreja Católica e que, todavia, professam a fé nos 3 Santos Mártires das Missões.
Todos os turistas que visitam as Missões dizem, “Aqui é um lugar que se sentem coisas”, e a presença dos Santuários dos Santos completam uma aura espiritual muito potente e que posiciona a região como um dos locais mais importantes de turismo místico e religioso do País. 
O Padre Roque Gonzales de Santa Cruz nasceu na cidade de Assunção no ano de 1576. em 3 de maio de 1626, passou o rio Uruguai e fundou São Nicolau, tornando-se o primeiro não índio a pisar oficialmente em solo Gaúcho. No dia primeiro de novembro de 1628, fundou a redução do Caaró. Dedicou-a a todos os santos mártires, especialmente aos três mártires do Japão: Paulo Miki, João de Goto e Diogo Chisai, da Companhia de Jesus.
O Padre Afonso Rodrigues nasceu aos 10 de março de 1598, em Zamora, Espanha. Juntamente com Roque Gonzales, Afonso Rodrigues lança as bases do Caaró em 1628.
O Padre João de Castilho nasceu em Belmonte na Espanha em 14 de setembro de 1595. No dia 15 de agosto de 1628 ajudou Roque Gonzáles a fundar a redução de Assunção do Ijuí. Após dois meses e meio, Roque Gonzales o deixou para fundar Caaró.
O drama dos martírios ocorreu em 15 de novembro, no Caaró, após a missa, o Padre Roque preparava-se para erguer o sino, e foi quando dois índios desferiram violentos golpes de machadinhas de pedra (itaiçás) sobre a cabeça do padre. Em seguida, o Padre Afonso, saindo de sua cabana, também foi igualmente atingido mortalmente. No dia 17 de novembro de 1628, foi morto o Padre João de Castilho na redução de Assunção do Ijuí.

fonte: http://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/1341/capela-dos-santos-martires,-santuario-de-caaro.-.html

Igreja de Santa Lúcia. Caibaté.RS.2015


O nome "Caibaté" deriva da língua tupi, significando "mata em lugar elevado", através da junção dos termos ka'a (mata)[6] e 'ybaté (lugar elevado)[7] .
As origens do município de Caibaté remontam a sua formação desde a Colônia Rondinha no final do século XIX e posteriormente, Vila Santa Lúcia no decorrer da década de 1920. Este processo de ocupação desta região no noroeste das Missões envolveu diversos aspectos que também preponderavam sobre o Rio Grande do Sul naquele período, dentre eles a imigração interna de descendentes de imigrantes na região norte do estado, bem como o crescimento de várias comunidades em decorrência desse movimento. Este processo de ocupação envolveu o contato com aqueles habitantes que já estavam na região, porém não tinham acesso aqueles lotes de terra comprados, onde posteriormente haveria crescimento citadino.

Sobre o dono daquela região que compunha parte da conhecida "região de matas do Rio Grande do Sul":

"O dono de toda área de mata correspondente ao município de Caibaté, pertenceu ao senhor Joaquim Gomes Pinheiro Machado. Essa foi, portanto a primeira área povoada dentro dos limites do município; vê-se então a exclusividade de uma população de origem tipicamente lusa, dedicada à pecuária. Em 1823, por ocasião da Revolução, falece o senhor Joaquim Gomes Pinheiro Machado, deixando a seus herdeiros esta área. Os herdeiros por sua vez, em 1919, venderam suas partes por intermédio dos procuradores-colonizadores: Henrique Leopoldo Seffrin, Antônio Teodoro Cardoso, José Gallas, que dividiram as terras em lotes coloniais de 20 a 30 hectares. Estes lotes foram adquiridos por colonos na sua maioria de origem alemã. Muito vinham de Serro Azul (atual Cerro Largo) e alguns vinham diretamente das “Colônias Velhas”. Com a venda destas terras foram locadas duas áreas urbanas: Santa Lúcia (atual Caibaté) e Mato Queimado." (HOFFMANN, 1991, p.6).

Ainda sobre a imigração na região:

Além dessas questões de mercado e de projetos de desenvolvimento agrícola, o sentido da imigração consistia, sobretudo numa estratégia de valorização das terras, o que explica, entre outros motivos, a insistência nos imigrantes em detrimento dos lavradores nacionais. Outro aspecto importante considerado pelas autoridades locais para justificar a necessidade de imigrantes, e que também se relaciona com a política de valorização de terras, é o isolamento da região. A colonização se fazia necessária para amenizar o relativo isolamento regional. As queixas nesse sentido eram tantas que alguns estancieiros locais e políticos chegaram a propor a autonomia política da região através da criação da Província das Missões. (ZARTH, 1997, p.80).

É dessa forma que a partir da policultura praticada pelos novos habitantes da região já no século XX, essa característica lhes garantiu até mesmo excedente para o comércio e assim certa prosperidade da região que foi aumentando progressivamente o número de habitantes. Neste processo, os colonos brasileiros passaram a se integrar com os novos moradores, porém, somente com o passar do tempo, pois moravam comumente nas regiões de campo, afastados do núcleo populacional. Existem relatos - possibilitados a partir da História Oral - de alguns conflitos étnicos, e que muitas vezes negros não frequentavam bailes e clubes dos descendentes de alemães e vice versa, os quais até mesmo os gringos (italianos) tinham algumas reservas. Podemos tranquilamente associar ação da Igreja Católica e um pouco mais tarde ao Estado brasileiro, a existência de um discurso para homogeneizar uma identidade em comum para todos os indivíduos dessa região. A Romaria do Caaró a partir da década de 1930 e até o comportamento do Estado na campanha de nacionalização de Getúlio Vargas, serviram para isso. É dessa forma que já na década de 1960 foi possível realizar esforços para fundar uma cooperativa de eletrificação rural, atualmente conhecida por Cermissões, o que expressa ter sido bem sucedido seus esforços.

Portanto, a história de Caibaté começou pela Colônia Rondinha no século XIX e não pelo episódio que marcou o assassinato de Roque Gonzales, Alonso Rodrigues e Juan del Castilhos.

No entanto, o que ocorre muitas vezes é que as referencias a Caibaté se misturam às da Romaria do Caaró, que ocorre desde 1933, movimento de devotos em peregrinação religiosa ao santuário do Caaró, quer seja para pagar promessas, agradecer ou pedir bênçãos. Esse movimento popular revela a devoção do povo católico e a sua veneração aos três santos “mártires”. O evento acontece há 81 anos (1933-2014) demonstrando a forte presença católica na região e contribui tanto para o turismo religioso, quanto para o aprofundamento do missioneirismo, afinal, o martírio, a fé, a devoção, alimentam e movimentam a identidade missioneira e revivificam as lembranças do passado histórico na atualidade. O movimento dos peregrinos atualiza a todo instante um passado distante de mais de trezentos anos já que o assassinato dos padres jesuítas ocorreu em 1628 e permaneceu 300 anos sem um esforço sistemático para que se lembrasse e se venerasse esses padres.Isto confere ao local um lugar de memória do sagrado e a construção de um dos mitos fundadores do Rio Grande do Sul a partir das Missões. Desde que a romaria foi instituída tem atraído milhares de romeiros de diferentes lugares da América Latina.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caibat%C3%A9

Igreja Matriz.Mata.RS.2015


domingo, 16 de agosto de 2015

Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo. São Miguel.RS.2015


Fonte Missioneira. São Miguel das Missões.RS.2015


A Fonte Jesuítica, também conhecida como Fonte Missioneira, abastecia de água a redução de São Miguel Arcanjo. Esta fonte, esculpida em pedra grés, foi encontrada em 1982. Ela fica 2 km a sul do sítio arqueológico.

Funcionamento: de março até outubro, das 8h às 18h. E de novembro até fevereiro, das 8h às 20h.
Localização: Rua João Bittencourt, São Miguel das Missões.

fonte:http://www.guascatur.com/2015/10/fonte-jesuitica-sao-miguel-missoes.html



Pórtico. São Miguel das Missões.RS.2015


Catedral Angelopolitana. Santo ÂngeloRS.2015


A Catedral de Santo Ângelo, erguida a partir de 1929, foi recentemente restaurada, é semelhante ao antigo templo de São Miguel. Está localizada no mesmo lugar da Igreja da Redução de Santo Ângelo Custódio. No alto do pórtico, sete imagens esculpidas em pedra grés representam os santos padroeiros dos Sete Povos. No seu interior encontra-se uma imagem de Cristo morto, datada de 1740. A igreja fica situada na praça Pinheiro Machado, mesmo local da praça da Redução de San'Angel Custódio, que mentém, praticamente, as mesmas dimensões. A Praça Pinheiro Machado passou por um processo de revitalização e valorização da temática missioneira recentemente.

Por conta de sua imponência e de sua bela arquitetura, é usada como palco de muitos eventos importantes do município como o tradicional Canto Missioneiro, Cidade das Tortas, Feira do livro.  Recentemente o Natal Cidade dos Anjos e a primeira edição do Encontro das Artes, levaram uma novidade ao público: um espetáculo de mapeamento de vídeo, que deu vida á faixada da Catedral Angelopolitana, apresentando um show de luzes, sons e imagens.

No mesmo espaço da antiga Redução e junto ao centro histórico da cidade está o Museu, instalado em um prédio do Século XIX. O acervo preserva evidências das várias etapas da história regional, desde material arqueológico do período anterior à chegada dos jesuítas até fases da história local mais recente. Ao lado do Museu encontra-se o prédio da empresa Moto Peursi, onde foi descoberto uma série de materiais arqueológicos pertencentes a Redução de Santo Ângelo Custódio e que podem ser visitados pelos turistas. O atendimento é de terça á domingo entre 9 e 12 horas e das 14 ás 17 horas. Contatos através do fone: 33120179

fonte:http://www.atribunaonline.com/regiao-internas/19-cidade/634-conheca-os-principais-pontos-turisticos-da-capital-missioneira

Santo Ângelo.RS.2015


Pórtico.Mato Queimado.RS.2015


Praça e Igreja. Mato Queimado.RS.2015


Igreja São Estanislau Kostka
Mato Queimado, RS
Rua Monsenhor Wolski, 1325.
Telefone: (55) 3613-8190


fonte:http://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/1454/igreja-sao-estanislau-kostka.html

Santuário do Caaró. Caibaté.RS.2015


Santuário do Caaró - o coração das Missões
Rafael Ristow, RBS TV Santo Ângelo

O Rota Missões desta quarta-feira vai até o coração da região missionera. Nossa parada é em Caibaté, onde teve uma redução jesuítico-guarani, mas não fez parte dos Sete Povos porque era da primeira fase da história. Vamos agora, ao Santuário de Caaró.

Há dois quilômetros da BR-285, em Caibaté, fica o Santuário de Caaró. Em guarani, erva amarga. No local, foi uma redução missioneira fundada na primeira fase da evangelização dos índios, em 1628 pelo padre Roque Gonzales de Santa Cruz, acompanhado do padre Afonso Rodrigues, que foram mortos pelos índios 15 dias depois, uma ordem do Cacique Nheçú, o principal feiticeiro da região.
Inicialmente, houve uma relação amistosa de Nheçu com os jesuítas. Tanto é que os índios, a mando de Nheçu, ajudaram a construir a capela lá em Assunção do Ijuí. Mais tarde, por desavença entre os guarani e os padres, talvez pela pregação contra a poligamia ou pelo ato de batizar o índio guarani,  os índios achavam que estava sendo colocado o espírito do branco na alma desses índios, houve a revolta_diz o professor de História Sérgio Venturini.

No local, um monumento foi erguido para lembrar os padres, inclusive o padre João de Castilho, também morto pelos índios, mas na redução de Assunção de Ijuí, hoje município de Roque Gonzales. Juntos, os três foram declarados santos da Igreja Católica no fim do século passado. As imagens estão na capela do santuário bem como uma representação do coração do Padre Roque, que até hoje é preservado no Colégio dos Jesuítas em Assunção, no Paraguai.

_Quem descobriu que a antiga redução era neste lugar foi o padre Luís Ieguert, que também tinha conhecimentos de arqueologia. Mas foi só com relatos de antigos moradores, isso lá na primeira metade do século 20, que se revelou essa parte da história. É que na redução de todos os santos de caaró, as construções não tinham pedras e nem ferro. Era tudo de madeira. Por isso, não sobrou nenhum resquício.

Os índios colocaram fogo na redução em 1637, antes que os bandeirantes destruíssem o local, como fizeram com os outros 17 povoados da primeira fase da história.
O professor Venturini conta que um cacique também foi morto por contestar a brutalidade da morte de Roque Gonzales. E para a Igreja Católica, quem morre defendendo a religião tem o caminho do céu e é santo.

_Então, hoje, nós temos alguns padres, destacando-se, Dom Estanislau Kreutz, bispo emérito de Santo Ângelo, que estão lutando pela causa da santificação deste índio guarani que morreu exatamente aqui na nossa região_explica o professor.

O santuário foi criado em homenagem aos santos mártires. Tem uma ampla área verde e um espaço para missas ao ar livre. Milhares de pessoas vem em romarias e peregrinações. Buscam a água reconhecida como milagrosa.

_Aqui, no Caaró, em termos de religião católica, é o ponto mais significativo em todo o processo missioneiro, porque aqui está o sangue de dois santos da igreja católica: Roque Gonzales de Santa Cruz e Afonso Rodrigues_conclui o professor.

fonte:http://wp.clicrbs.com.br/santoangelo/2011/08/31/santuario-do-caaro-o-coracao-das-missoes/

Monumento Aos Santos Mártires Na Praça Viru Kliemann.Caibaté.RS.2015


Caibaté Terra dos Três Mártires.

Monumento religioso em homenagem aos Santos Mártires:  Roque Gonzales de Santa Cruz e Afonso Rodrigues, martirizados no Caaró, em Caibaté RS, e João Del Castillo, martirizado em Pirapó, em incidentes envolvendo toda a história das Missões Jesuíticas na nossa nação de três bandeiras, Brasil Argentina e Paraguai (tratados e conflitos que geraram o Uruguai). O Papa João Paulo II em 1988 canoniza esses três mártires em Santos.

fonte:http://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/1120/monumento-aos-santos-martires-na-praca-viru-kliema.html

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Igreja da Matriz Nossa Senhora da Conceição. Viamão.RS.2015


Igreja da Matriz Nossa Senhora da Conceição
Tombada pelo Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em julho de 1938. a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é um dos mais significativos símbolos da identidade local.
Segunda mais antiga do Estado, sua construção iniciou em 1767, tendo sido celebrada a primeira missa pelo padre José Malta, em 6 de abril de 1770.

A construção de estilo barroco assemelha-se a uma fortificação, reflexo do período de disputas na fronteira entre os territórios português e espanhol na América do Sul.
O projeto é do brigadeiro José Custódio de Sá e Faria, mesmo projetista das catedrais de Buenos Aires e Montevidéu.
Na relação de bens integrados se destacam os altares e imagens esculpidas em madeira.
A igreja também é detentora de vários objetos de valor histórico e cultural, bem como de uma coleção de livros tombo que registram grande parte da história local.

fonte:http://www.viamaoantigo.com.br/bairros.htm

Igreja Matriz. Viamão.RS.2015


Igreja estilo barroco, no centro de Viamão.

Igreja Matriz. Viamão.RS.2015


A Matriz é de traço barroco colonial, com elementos rococós na decoração, e por suas paredes espessas e feição imponente assemelha-se a uma fortaleza, reflexo do período de disputas de fronteira entre os territórios português e espanhol na América do Sul.

Localizada na larga praça central da cidade, sua entrada se dá através de um grande adro com pequena escadaria e balaustrada. O frontispício, em pedra, é discreto, mas a porta única, central, mostra bela talha rococó, já um tanto desgastada pelas intempéries. Aos lados, duas colunas toscanas ornamentais que nada sustentam terminam no segundo nível, onde se abrem duas janelas de arco abatido fechadas por vitrais, e tendo ao centro um óculo quadrifólio com pontas entre os lobos. Acima, um frontão em triângulo isósceles nu é arrematado por uma cruz central e um perfil em escada, acima do triângulo. O cornijamento em toda a fachada é estreito e sem adornos.


Capela-mor e altares do cruzeiro
O corpo da igreja é ladeado por duas torres sineiras iguais, com aberturas estreitas junto à base e arcos abertos no nível superior para os sinos. São largas e muito espessas, e possuem um oco exíguo que abriga apenas uma estreita escada até o topo. O coruchéu tem ornamentação simples com volutas discretas e bandeirolas.

A fachada traseira é bem menos ampla, acompanhado as menores dimensões da capela-mor, e possui apenas duas janelas retangulares estreitas no nível térreo e um óculo pequeno redondo acima, centralizado, e telhado visível em duas águas. Em ambos os lados existem anexos térreos para a sacristia e a secretaria, com entradas independentes, igualmente em estilo barroco colonial.

O interior tem janelas altas, teto sem adornos em ripas pintadas de azul claro, em arco abatido, e é de nave única, dividindo-se apenas para delimitar a capela-mor. À esquerda da entrada vemos um batistério simples, contendo apenas uma pia batismal de pedra, e é fechado por uma porta de folha dupla vazada, em madeira torneada. Sobre a entrada um grande coro de madeira, de linhas geométricas simples e sustentado por duas colunas igualmente discretas.


Senhor dos Passos, na sacristia
Existem 6 altares laterais, dedicados a Santa Bárbara, São Miguel Arcanjo, Santa Ana, o Divino Espírito Santo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora das Dores, todos com vários níveis e nichos para outras imagens secundárias. Apresentam uma talha rococó de inspiração vigorosa e elegante, acabamento esmerado e com arremates que assemelham a labaredas, sendo todos de um mesmo desenho geral mas todos diferentes nos detalhes, o que confere unidade e ao mesmo tempo variedade à decoração interna. Na capela-mor, com duas janelas laterais elevadas, com balaústres e marcos decorados, ergue-se o altar-mor em escada, dedicado a Nossa Senhora da Conceição, com imagens secundárias de Nossa Senhora da Paz e Santa Rosa de Lima. O conjunto tem estilo ligeiramente diverso dos altares menores, sendo naturalmente mais majestoso, mais arquitetural e menos decorativista, tendendo a um barroco mais rigoroso, mas também é de talha primorosa, com um frontão movimentado em arcos interrompidos, volutas e medalhões. Acima, no teto, aparece o único exemplar de pintura mural em todo o interior (exceto pequenos adornos florais sob o coro), com uma cena representando a Santíssima Trindade.

Passando-se por dentro da capela-mor tem-se acesso à sacristia, à esquerda, onde estão guardados o púlpito e o ambão, removidos da nave para melhor preservação, uma expressiva coleção de Bandeiras do Divino de procissão, e uma capelinha também de lavra rococó com douradura, fechada por portinholas envidraçadas, com duas belas imagens de roca processionais, uma representando o Senhor Morto e outra o Senhor dos Passos.

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Matriz_Nossa_Senhora_da_Concei%C3%A7%C3%A3o_(Viam%C3%A3o)

Igreja Matriz. Viamão.RS.2015


Lindas obras de artes estilo barroco, entalhadas em madeira dentro da igreja. 

Homenagem aos Farroupilhas. Viamão.RS.2015


Câmara de Vereadores. Viamão.RS.2915


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Fotografado por: Denise Machado Moraes.Curitiba.PR.2013


Passeio de Barco. Imbé.RS.2014


Fim de tarde.Tapes.RS.2015


Pra quem não conhece Costa Doce, é como são chamadas as cidades banhadas pela Lagoa dos Patos, tais como Pelotas, São Lourenço do Sul, Arambaré e Tapes. E qual não foi minha surpresa quando fui designado a trabalhar um mês em Tapes, cidade que nem de nome conhecia, já conhecia Pelotas e a praia do Laranjal mas o resto ainda não. E lá se fomos de mala e cuia. A primeira vista uma cidade um tanto acanhada com lá seus 17.000 hab, e o lugar escolhido para moradia pelos próximos 30 dias foi o balneário Pinvest, onde havíamos alugado um kit-net via internet (que baita frio na barriga). Já havia me dado mal outras vez nessa de aluguel por internet, mas como não tinha outro jeito, arrisquei novamente. E desta vez uma grata surpresa, o kit-net era bem limpinho, de bom tamanho, e os donos uns queridos dona Celina e seu filho Juanito (uma figuraça), dos quais acabamos ficando bem amigos, e foram a companhia; minha e de mina mulher por vários dias. Voltando a vaca fria, não tenho outra forma de descrever o Balneário Pinvest senão como um pedacinho do paraíso, lugar tranquilíssimo, com belas e enormes figueiras, repletas de barbas de pau, perfeito para quem quer fugir do agito da cidade grande, onde de noite só se ouve o coaxar da pererecas (tem bastante); e ao dia podemos nos deleitar a beira da lagoa, linda formando uma enseada, e de ótimo banho, principalmente a tardinha quando a água esta mais quente. O Pinvest não tem muitas opções, dois super mercadinhos, e um camping, com uma cantina, que não aprovamos muito, pois, o dia que visitamos, comemos uma Ala Minuta, bem sem graça e fria. Tapes não é muito diferente, isso que em um mês da pra explorar bem o lugar, e de nossas incursos gastronômicas, as melhores foram no restaurante do hotel Pontal, lugar muito bonito, e os pratos caprichados; o melhor barzinho foi o Paletas, pub estilo rock, ambiente familiar, com bons aperitivos como bolinhos de carne, bem apimentados (muito bom); e a especialidade da casa as piadinas, que é tipo uma panqueca com recheios especiais; mas o grande campeão foi o restaurante Nona Gema, que serve desde ótimos lanches, sanduíches naturais deliciosos, até pratos mais requintados como filé de salmão, excelente também. Aqui cabe um alerta de que Tapes apesar de ter muita pesca, e ser a beira da lagoa dos Patos, oferece muito poucos bons lugares para se comer peixe, na verdade quase nenhum. Atrações culturais a cidade não tem muitas, fomos ao museu ou casa de cultura, que possui alguns itens e objetos interessantes dos antigos moradores da cidade, mas o acervo é pequeno, mas deslumbrante mesmo é a vista da janela do museu, onde se pode observar o canto mais lindo da lagoa, vale muito a pena. Como Tapes não tinha muitas opções acabamos no entretendo fazendo academia, oh! Cidadezinha pra ter academia de ginastica, tem mais de 10, isso para uma cidade pequena é muito; ou ficamos no kit net, conversando com a dona Celina, e o Juanito que contava suas peripécias que nos fazia morrer de rir; tipo ter perdido uma camionete, um bugue e um reboque, para a maresia de Rio Grande, que comeu tudo, e ele teve que ligar pro seu pai, para conseguir dinheiro pra voltar pra casa. Fizemos amizade também com o Chiquinho, um cusco guaipeca, que nos adotou, e sempre que via meu carro, corria em nossa direção, para darmos uma passeada pelo balneário, ia com a gente até a lagoa, e se atirava na água a criaturinha, certa vez eu com a água no peito, e ele nadando atrás. Acho que ninguém contou pra ele que cachorro não gosta de água. Um grande achado em Tapes, pelo menos pra mim, que sou apreciador de cervejas artesanais, foi encontrar a cerveja Futter's, produzida em Tapes mesmos. Artesanal por excelência, que primeiramente encontrei no mercadinho do Pinvest e fiquei encantando ao degustar, e travei uma verdadeira batalha para descobrir onde era produzia, pois, ninguém na cidade quase sabe da existência da cerveja. E qual não foi minha grata surpresa quando quase ao final da viagem, descobrir que era feita a duas quadras do kit-net que estávamos parando, pelo senhor Rudi Futterleib, simpatiquíssimo, que nos mostrou as panelas onde a cerveja era produzida, e nos agraciou com mais uma degustação, antes mesmo da cerveja receber o rotulo. Tive que comprar mais umas, e invejar o mestre cervejeiro, em sua casinha a beira da lagoa, um recanto de paz e tranquilidade, bebericando sua produção. Continuando a incursão pela costa doce conhecemos também Arambaré, que fica a 35 km de Tapes, por uma estrada de chão, muito arenosa, e deserta, costeada por plantações de soja sem fim de ambos os lados, e antes e chegar pensava “onde é que estou me metendo”, nenhum lugar com uma estrada daquela podia ser boa coisa, mas ao chegar a cidade, qual não foi minha surpresa. A cidade estava muito movimentada, naquele domingo de carnaval, automóveis e gente para todos os lados, e uma infraestrutura excelente, muitos restaurantes, uma belo calçadão a beira mar, com quiosques servindo ótimos petiscos de peixe. Ficamos realmente boquiabertos com o lugar, desde o arroio velhaco, que oferece passeios de barco, e uma linda vista da praia; a réplica miniatura de uma caravela portuguesa a beira mar; a praça da figueira que anuncia a maior figueira do Rio Grande do Sul, e realmente é um exemplar imenso; dentre outras tantas atrações que a cidadezinha oferece (realmente a prefeitura de Arambaré se preocupa bastante com o turista, a única que falta é melhor os acessos a cidade). Escolhemos andar pela praia, curtir o visual, e depois comer deliciosos bolinhos de peixe no calçadão a beira mar, e observar aquele clima bahiano, em plena lagoa dos patos gaucha. Já conheci o Laranjal de Pelotas, Tapes e agora Arambaré e com certeza esta ultima tem a melhor infraestrutura das parias da lagoa dos patos, mas ainda falta São Lourenço do Sul, que também dizem que é linda, mas ficará para uma próxima viagem. E dessa visita a Costa Doce o que vai ficar na lembrança serão a grande quantidade de arvores de butiá que Tapes possui, suas lindas figueira, repletas de barba de pau; ter provado araça pela primeira vez, e realmente tem um fruto ótimo; a cerveja Futter's e seu criado o senhor Rudi, que pra mim serão lembrando como duas instituições de Tapes (mesmo que na cidade quase ninguém os conheça) as amizades que fizemos, principalmente de Dona Celina e Juanito, e do Chiquinho, que foi nosso companheiro em toda estada, e que nos partiu o coração não podermos trazer junto; mas é assim mesmo, pois somente temos a certeza que uma viagem foi boa, quando deixamos um pouco de nós no lugar visitado, e trazemos um pouco dele dentro de nós. 

fonte:http://impressoesdeumexbeduino.blogspot.com.br/


https://www.facebook.com/balneariopinvest

Casario Antigo. Restinga Seca.RS.2015


Dia de Sol na Plaza de Mayo. Buenos Aires. AR.2013


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Praça de Maio.
A Praça de Maio (em castelhano Plaza de Mayo) é a principal praça do centro da cidade de Buenos Aires, Argentina. A Praça sempre foi o centro da vida política de Buenos Aires, desde a época colonial até a atualidade. Seu nome comemora a Revolução de Maio de 1810, que iniciou o processo de independência das colônias da região do sul da América do Sul.

Um quadro. Parque Witeck. Novo Cabrais.RS.2015



Pra mim as lindas cenas do Parque remetem a um belo filme europeu antigo.

Parque Histórico. Dona Francisca.RS.2015


Fomos a Dona Francisca propriamente dita, cidadezinha muito bem arrumadinha, o pórtico é bonitinho, tem alguns monumentos, o mais bonito é o da imigração italiana, em homenagem ao beato Abilio Daronch, que são estatuas de uma família tipica italiana, bem próximo a igreja central da cidade.

fonte:http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5312938