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terça-feira, 25 de março de 2014

Mar de Nuvens.


Catedral Metropolitana de Porto Alegre.RS.2012


Por Uma Graça Alcançada. Nova Esperança do Sul.RS.2014


Lo Caminito. Buenos Aires.AR.2013


Rua museu

Seu trajeto sinuoso se deve porque fluía ali um canal o qual desaguava no Riachuelo,e que devia cruzar-se com uma pequena ponte, devido a qual este trecho do bairro era chamado de Puntin, que quer dizer precisamente "ponte pequena" em dialeto genovês ou xeneize. Logo circulou ali um bonde portuário, até 1920. Uma vez cessado, a via se converteu num caminho natural, conhecida no bairro como La Curva.[2] que foi deteriorando-se como depósito de lixo.

Em 1950, um grupo de vizinhos, entre os quais se encontrava o conhecido pintor boquense Benito Quinquela Martín, decidiram recuperar o lugar. Em 1959, na iniciativa de Quinquela Martín, o governo municipal construiu ali uma rua museu, com o nome que lhe havia posto o tango, Caminito:[3]

Um bom dia me veio a ideia de converter este pardieiro em uma rua alegre. Consegui que fossem pintadas todas as casas de material ou de madeira e zinco as quais dão seus fundos para este estreito caminho(...)E o velho pardieiro, foi uma alegre e formosa rua, com o nome da formosa canção e nela se instalou um grande Museu de Arte, no qual se podem admirar às obras de renomados artistas, doadas por seus autores generosamente.
Benito Quinquela Martín[4]
As casas de madeira e chapa cuja frente dá para o Caminito, respondem ao estilo do tradicional conventillo boquense, un tipo de vivenda popular precária a qual caracterizou ao bairro desde suas origens a fins do século XIX, como centro de residência de inmigrantes genoveses. Devido a seu valor cultural, as mesmas estão subsidiadas pelo Estado, o qual permite garantir un mantimento o qual os escassos recursos dos moradores do bairro não poderiam realizar. Se encontram pintadas de cores brilhantes, um costume do bairro o qual foi difundido pelo destacado pintor boquense Benito Quinquela Martín. Nas ruas adjacentes, podem recorrer-se os conventillos tradicionais de la Boca, construídos de chapas de metal acanaladas, montadas muitas vezes sobre pilares ou cimentos altos devido às frequentes inundações, e pintadas com cores brilhantes, tal como se encontram mantidos por seus habitantes.

Ao longo do curso da rua se encontram expotas obras artísticas de grande importância:

"Herrero boquense", de Marisa Balmaceda Krause (n. 1913)
"Esperando la barca", de Roberto Juan Capurro (1903 - 1971)
"El maestro/ El coro/ El trabajo", de Humberto Eduardo Cerantonio (n. 1913)
"La familia", de Nicasio Fernández Mar (n. 1926)
"Guardia vieja - Tango", de Israel Hoffmann (1876-1971)
"Clavel del aire", de Luis Perlotti (1890 - 1969)
"Las tejedoras", de Luis Perlotti (1890 - 1969)
"Santos Vega", de Luis Perlotti (1890 - 1969)
"Regreso de la pesca", de Benito Quinquela Martín (1890 - 1977), realizada en cerámica por Ricardo Sánchez
"Día del Trabajo", Benito Quinquela Martín (1890 - 1977), realizada en cerámica por Ricardo Sánchez
"La canción", de Julio Vergottini (1905 - 1999)
"La sirga", de Julio Vergottini (1905 - 1999)
"Elevando anclas", de Julio Vergottini (1905 - 1999)
"Fragata Sarmiento", de Angel Eusebio Ibarra García (1892-1972)
Busto de Juan de Dios Filiberto (autor de la música del tango "Caminito"), de de Luis Perlotti;
Busto de Gabino Coria Peñaloza (letrista del tango "Caminito") por Euzer Díaz
"El bombero", de Ernesto Scaglia
"El sembrador espiritual", de Antonio Sassone
"La Raza",de José de Luca.
"La madre", de Juan B. Leone
"Joven boquense", de Orlando Stagnaro
A importância cultural do lugar fez de Caminito um centro cultural e turístico en si mesmo. No lugar se podem ver pares de tango que dançam sobre seus paralelepípedos. Ali se instala um mercado artesanal em que se vendem pinturas, souveniers, artesanato, pinturas naif e colagens com imagens do bairro de La Boca.

Caminito que el tiempo ha borrado,
que juntos un día nos viste pasar,
he venido por última vez,
he venido a contarte mi mal (...)

Tango Caminito
Coria Peñaloza e Juan de Dios Filiberto
Um par de placas à entrada de Caminito dizem, incorretamente, que o tango estreou em 1923, quando em realidade foi em 1926.

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Caminito

Do alto das Pedras. Praia da Ferrugem. Garopaba.SC.2011


Pelas ruas. Curitiba.PR.2013

Fotografado por:Denise Machado Moraes

Um Coreto. São Vicente do Sul.RS.2010


Pórtico de Jaguari. Jaguari.RS.2014


quinta-feira, 20 de março de 2014

Praia do Espelho. Porto Seguro.BA


Praça Pedro Osório. Pelotas.RS.2011


Calle Florida Street. Buenos Aires.AR.2013


A tarde, Calle Florida, muitas lojas, um lindo shopping (lugar para os consumistas), com muitas lojas de marca e opções de compra, com preço que regulam com o Brasil, quem procura por pechincha melhor ir no bairro Once. No shopping bom ver pessoas vestidas com roupas comuns circulando, sem aquela “dondoquices” dos shoppings brasileiros, além disso, apesar do lugar estar cheio, as pessoas conversavam civilizadamente, sem algazarra ou correria; e em todas as TVs, passando partidas de futebol, é só o que eles vem, em todos os lugares. São Fanáticos. Depois foi andar a toa pelas ruas da capital portenha, admirar os café, as ruas e os belos edifícios

fonte:http://impressoesdeumexbeduino.blogspot.com.br/2013/04/uma-viagem-de-onibus-na-pascoa-buenos.html

Onça. Jaguari.RS.2014


Jaguari e seus aspectos históricos
João Ari Ferreira
O local onde atualmente está o município de Jaguari teve como primeiros habitantes os índios Guaranis em 1632, quando o Padre Romero superior das reduções do Uruguai, e mais os padres Manuel Bertot e Luiz Ernot, vieram se reunir com Cristovão de Mendonza e Paulo Benevides, e fundaram na margem direita do Rio Jaguari, a redução de São Tomé.

Há informações sobre a existência de outras reduções na região, entretanto, a mais próspera foi a de São Tomé, situada onde hoje se localiza a cidade. São Tomé, como as demais reduções, não teve um período de duração muito longo. As mesmas passaram por vários transtornos como a ameaça de onças, pestes, fome e o perigo da invasão bandeirante. Estes fatores reduziram consideravelmente a população da aldeia de São Tomé que chegou a alcançar 1800 almas.

Por volta de 1638, São Tomé foi transferida para a margem direita do Rio Uruguai, quase em frente à cidade de São Borja. Após, decorreu muito tempo até que novos acontecimentos surgissem no antigo berço das Missões Jesuíticas.

Em 29 de abril de 1871, é criada uma colônia agrícola para nacionais e estrangeiros na costa da Serra Geral que margeia o Rio Jaguari Grande, no distrito de São Vicente, entre o município de São Gabriel. No ano de 1877, começou o povoamento da 4° Colônia de Silveira Martins, enquanto a nossa ficou aguardando para ser povoada.

Não havendo mais terras devolutas naquela região, alguns imigrantes desviaram de Silveira Martins para a região de “matas” entre São Vicente, Santiago do Boqueirão e Julio de Castilhos, chamada de Jaguari, devido ao rio que a percorre (Rio do Jaguar). Nesse local, a Comissão de Medição já havia demarcado 78 lotes de 25 hectares cada um, para o futuro núcleo de Jaguari, e iniciado a construção do barracão que deveria abrigar não só o pessoal da Comissão como também os imigrantes recém chegados. O Núcleo Colonial instalou-se em 1889 a margem direita do Rio Jaguari. A urbanização foi planejada e demarcada pelo engenheiro José Manuel de Siqueira Couto, acompanhado dos primeiros imigrantes italianos que obtiveram seus lotes. A estes se seguiram os húngaros, poloneses, russos, brasileiros, alemães e outros.

Os primeiros colonizadores foram organizando suas habitações e lavouras em meio à mata virgem, onde a flora e a fauna eram exuberantes e variadas. Nas muitas comunidades que iam se formando, erguia-se no centro, a capela dedicada ao Santo de sua devoção. Ao lado, surgia o salão que, após as devoções, era ponto de reunião para conversa entre amigos e realização de festas e jogos. A religião entre os imigrantes foi sempre fator de integração.
O Distrito de Jaguari foi criado pelo Ato Municipal de 15.02.1893 ao município de São Vicente do Sul. No mesmo ano teve início a construção da  Igreja Matriz, projetada por Pelegrini e decorada pelo pintor Angelo Lazzarini, sendo colocado em uma das torres um grande relógio, ainda hoje em perfeito funcionamento. A Igreja tem como padroeira Nossa Senhora da Conceição e teve sua obra concluída em 1907. Por volta de 1894, a população de Jaguari aproximava-se dos oito mil habitantes, cerca de 2.170 famílias. Neste período teve inicio a instrução publica com dois professores: Gregório Cony e a Guilhermina de Lemos Javorski. Ainda neste ano, foi instalada a iluminação à querosene por particulares, o que deu grande impulso ao núcleo que se orgulhava do seu desenvolvimento.

Na sede do distrito havia 88 contribuintes do Imposto de Indústrias e Profissões e o comércio mantinha-se ativo com a capital e as demais cidades. Em 1899, quando houve a encampação do serviço de iluminação pública, ocorreu, de forma festiva, a inauguração da ponte Julio de Castilhos sobre o Rio Jaguari. Assim como o sistema rodoviário, também o ferroviário foi uma constante preocupação do administrador da Colônia, no que resultou a ampliação do ramal ferroviário de Dilermando de Aguiar até Jaguari.

O município de Jaguari foi Capela Curada em 12 de dezembro de 1889 passando a ser Paróquia em 08 de dezembro de 1915. Em 16 de agosto de 1920, Jaguari elevou-se a categoria de município possuindo quatro Distritos: 1° (sede), 2° (Santo lzidro) 3° (Ijucapirama) 4° (Taquarichin). Seu primeiro Intendente Provisório foi o bacharel Miguel Chimiclewisk.

Texto baseado na Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, organizado por Jurandir Pires Ferreira, Rio de Janeiro, I 959.

fonte:http://jaguari.rs.gov.br/?page_id=54

Cartão Postal. Osório.RS.2014


Capela Linha Canoa. Mata.RS.2014


segunda-feira, 17 de março de 2014

Bromélias. Parque das Aves. Foz do Iguaçu.PR.2014


Bromelia L. é um género botânico pertencente à família Bromeliaceae, subfamília Bromelioideae, embora seja comum denominar com o mesmo nome as espécies de outros gêneros da mesma família.

As espécies deste gênero estão distribuidos pelas regiões tropicais dos continentes americanos, e sua principal característica é a de suas flores apresentarem um cálice muito profundo.

O nome foi dado em homenagem ao botânico sueco Olof Bromelius (1639-1705).

A fibra que se obtem de B. serra e B. hieronymi (chaguar), é uma das bases da economia dos Wichí do Chaco (argentino).

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Bromelia_(g%C3%A9nero)

Plataforma de Cidreira.RS.2014


quarta-feira, 12 de março de 2014

Acho que vi uma coruja. Tramandaí.RS.2014


Debaixo do Pier de Tramanda. Tramandaí.RS.2014


Um lugar para se conhecer Rancho América. Sta Cruz do Sul.RS.2014


Um lugar incrível, em Santa Cruz do Sul, misto de lancheria e antiquário, que me fez sentir dentro do programa Caçadores de Relíquias do TLC.

Mini-réplica do Barco Seival. Parque Gen Osório - Osório.RS.2014


Seival foi um lanchão utilizado por Giuseppe Garibaldi na Tomada de Laguna, que culminou com a proclamação da República Juliana, durante a Guerra dos Farrapos. O nome é alusão à vitória na Batalha do Seival, em data anterior à fabricação do barco1 .
A embarcação foi conduzida por terra, sobre rodas e puxada por juntas de bois, e por água, aproveitando o sistema lacustre costeiro dos estados do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Seival

Parque Histórico General Osório- Osório.RS.2014


Tanque de Guerra. Parque Histórico Gen. Osório - Osório.RS.2014





Parque Histórico Marechal Osório

Foi criado em 9 de maio de 1970, ocupando uma área de 178 ha. no quilômetro 101 da RS-030, estrada que liga Osório a Tramandaí.
O Parque possui camping e quadras de esportes (inclusive para a prática do pólo e golfe), cavalos para montar, passeio em Din-Din, lagos artificiais para banho, pistas de hipismo, recanto infantil, quiosques e churrasqueiras, play ground, bar e restaurante. O ponto alto é a casa do Marechal Osório, hoje transformada em museu. Há também o Museu das Armas, com 469 peças em exposição.

Muito bem cuidado, o Parque ainda abriga um memorial, onde repousam os restos mortais de Osório e onde pode ser vista uma tela a óleo de grandes dimensões, que retrata a vida do Marechal e a evolução da cavalaria brasileira. Outro prédio existente no local é uma atafona, construída em pedra de arenito, que se destinava à moagem de cereais por tração animal.

Há também em exibição material bélico do Exército Brasileiro desativado, na Praça dos Estados. No interior do parque há ainda uma pousada. Próximo à estrada um obelisco é visível por quem passa.

O parque fica aberto diariamente. Para mais informações, acesse o site.

Redação Terra



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fonte:http://www.terra.com.br/turismo/brasil/praias/sul/tramandai_3.htm

https://www.facebook.com/Parque-Hist%C3%B3rico-Marechal-Manoel-Luis-Osorio-513664375359257/timeline/